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WELCOME to
THE AMAZING EXPERIENCE IN PORTO COVO

As Casas da Ilha apresentam o primeiro conceito na costa alentejana que une agricultura regenerativa, sustentabilidade através da arte feita com materiais recolhidos do próprio território e turismo.

Previsto para abrir em maio de 2026, pretende celebrar a natureza, a criação e a vida rural num só lugar.

Até 2030, este novo projeto, pretende investir de forma sustentável e criteriosa mais de 15 milhões de euros, criar mais de 30 postos de trabalho diretos e permanentes e estabelecer o primeiro experience venue com o tema da sustentabilidade, do concelho de Sines, reforçando o compromisso com a inovação, o território e o desenvolvimento económico local através da economia circular.

A concretização depende exclusivamente da aprovação dos licenciamentos apresentados  à Câmara Municipal de Sines. 

Um refúgio
à beira mar

As Casas da Ilha são um refúgio bucólico e praiano situado a 800 metros da Praia da Ilha do Pessegueiro e a apenas 10 minutos de Porto Covo. Com apenas 9 quartos confortáveis e descontraídos, ao estilo de uma pousada de praia, inserida numa propriedade de 30 hectares no coração do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, a pousada respira tranquilidade e autenticidade. Entre grandes planos de água, vinha, olival centenário e campos agrícolas em pleno funcionamento, aqui o tempo corre devagar. Passeios a pé no trilho dos pescadores da rota vicentina, cavalgadas  pelas falésias ao `por do sol, trilhos de bicicleta, à descoberta da pequena aldeia de Porto Covo ou simplesmente aproveitar o bucolismo do campo à beira mar, a escolha é sua.  O projeto acolhe ainda a primeira galeria de arte dedicada à sustentabilidade, um acolhedor bistrô com pizzas artesanais e pequenos-almoços servidos ao ar livre, sempre rodeado pela natureza. Um lugar onde a natureza, a ruralidade e o conforto se encontram ao seu ritmo.

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A nova vida da memória rural

Tudo nasce no coração da antiga Herdade Casas Novas da Ilha, uma propriedade agrícola que permaneceu na mesma família durante mais de seis gerações.

 

Aqui, cada pedra, cada sombra e cada cheiro guardam histórias do tempo em que, a casa original acolhia o quotidiano rural: o forno de pão, sempre quente; o galinheiro e os arrumos agrícolas; a vacaria, o palheiro, a adega e o lagar, onde se trabalhava com as mãos, com paciência e com um profundo respeito pela terra.

É neste espaço, carregado de memórias, que estamos a reconstruir, com enorme cuidado e responsabilidade, as Casas da Ilha. Mantemos o espírito da herdade intacto, preservando a autenticidade do passado, enquanto lhe damos conforto e vida nova.

 

A casa respira ruralidade, e acolhe de forma envolvente e confortável, aonde o luxo é a simplicidade discreta, a  luz natural, as vistas e detalhes que honram a história do lugar.
 

Aqui, cada momento convida à contemplação: o silêncio do campo, o aroma da vinha e do olival centenário, as lagoas que espelham o céu.

É um legado que continua, uma ponte entre o que fomos e o que escolhemos ser. Um refúgio autêntico, cheio de alma, onde a memória rural e o conforto contemporâneo convivem em perfeita harmonia.

o Nosso
Espaço Exterior

Lá fora, tudo começa devagar. Nas Casas da Ilha, o mundo abre-se em silêncio: são campos largos, caminhos de areia quente, o cheiro da maresia misturado com o das plantas silvestres, e uma luz que parece feita só para este pedaço de costa.

A herdade está viva. Corre nela uma manada com mais de 150 vacas e bezerros, que atravessam os campos como quem continua uma história antiga. A terra que os sustenta continua a ser semeada, como sempre foi, num ciclo que se repete com a mesma simplicidade de outras gerações. Aqui, a agricultura não é cenário  é coração.

Os planos de água brilham ao longo do dia, ora espelhando o céu, ora acolhendo aves que chegam e partem conforme as estações. Há uma beleza tranquila neste movimento: garças que descansam à beira da água, bandos que levantam voo ao entardecer, o reflexo dourado do sol a deslizar sobre a superfície imóvel.

Cada passo revela um aroma diferente. Lavanda, alecrim, estevas, medronheiros, a alma do Alentejo está toda aqui, em cada perfume leve que o vento espalha pela propriedade. Mais adiante, a vinha cresce ao ritmo das estações e o olival centenário mantém a dignidade de quem já viu muito e continua, pacientemente, a oferecer sombra e vida.

No vale, escondido entre vegetação densa, corre um pequeno curso de água que murmura mesmo nos dias mais secos. Segue o seu caminho,  lento, teimoso, até se entregar ao mar, a menos de um quilómetro, junto à mítica Ilha do Pessegueiro.

 

É uma ligação natural e profunda, como se a herdade respirasse para dentro e para fora deste encontro entre o campo e o oceano.

 

E à volta de tudo isto, o que mais se sente é paz. A paz que só existe quando a natureza fala mais alto do que nós. A paz do vento na areia, das aves no céu, das árvores que não têm pressa. A paz de um lugar onde a vida acontece, como sempre aconteceu, ao ritmo da terra, do mar e da luz que as une.

 

Nas Casas da Ilha, estar ao ar livre é mais do que passear: é pertencer, por instantes, a este território que nos lembra como a vida pode ser simples e profunda ao mesmo tempo.

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Os Nossos
quartos

SIMPLICIDADE QUE É LUXO

Os quartos da Pousada Casas da Ilha foram cuidadosamente pensados  ao detalhe para respirar o mesmo silêncio e leveza que se sente lá fora. São espaços claros, onde o branco impera e a luz entra sem pedir licença.

 

A madeira e os materiais naturais dão textura e calor, enquanto os poucos objetos de decoração - todos criados a partir de lixo recolhido nas praias do Parque Natural - lembram que a beleza pode nascer do cuidado e da reinvenção.

Aqui, o conforto é absoluto. As camas queen plus têm colchões de 30 cm, com sobrecolchão, super macio, lençóis especiais e edredões leves e quentes.

 

Os quartos são aromatizados com fragrâncias, naturais,  subtis, com toque de lucilima e alecrim, que prolongam a paz do lugar. As amenidades são naturais, escolhidas para cuidar da pele e do planeta.

Cada quarto é super cómodo e totalmente privativo, com acesso direto aos planos de água da propriedade, permitindo acordar com o reflexo do céu e adormecer com o som da natureza.

É um luxo discreto, sem excessos: aquele que nasce da verdadeira simplicidade, do conforto genuíno e da ligação plena à terra, à água e ao mar.

Salas e espaços comuns

AS CASAS QUE ABRAÇAM

Nas Casas da Ilha, os espaços comuns não são apenas lugares: são respirações do próprio território.

 

Aqui, tudo foi pensado para que cada pessoa se sinta em casa, verdadeiramente - com a liberdade de quem sabe que nada separa, nada limita, nada impede. O conceito é um só: estar à vontade, ser parte, pertencer.

 

A jornada começa na pequena galeria de arte, onde as paredes contam histórias vindas do mar. Peças criadas a partir do lixo que o oceano devolve à costa transformam-se em beleza, memória e reflexão. É um lugar silencioso, cheio de sentido, onde a luz parece pousar devagar.

A pousada abre-se num espaço de aconchego. A lareira crepitante aquece conversas e tardes lentas; mesas amplas acolhem quem precisa de um momento de trabalho; e os sofás profundos convidam a ficar, a fechar os olhos, a escutar o vento lá fora. Um honesty bar repousa ao lado, discreto, oferecendo o que se precisa, quando se precisa - como em qualquer casa onde se confia.

Lá fora, a vida corre no ritmo do mar. A cozinha exterior estende-se sob o céu, perfeita para refeições ao ar livre, onde o sabor se mistura com a brisa e o azul do horizonte. O chão, feito de areia fina de praia, lembra-nos a cada passo que estamos num lugar onde a terra e o oceano conversam sem pressa.

A pousada ergue-se entre dois velhos blocos de casas, guardando entre eles uma pequena rua de aldeia - um corredor de sombra, silêncio e encantamento.

 

É o lugar ideal para se deixar levar pela preguiça boa, para tomar o pequeno-almoço ao ritmo da manhã, para simplesmente estar.

 

Aqui, nos espaços comuns, tudo flui. Tudo acolhe. Porque a verdadeira casa é essa: aquela que abrimos e que, ao mesmo tempo, nos abre.

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Á VOLTA das
Casas da Ilha

Num círculo de 50 quilómetros em torno das Casas da Ilha em Porto Covo revela-se um dos trechos mais autênticos e belos de toda a costa portuguesa. É um território onde o Atlântico encontra falésias dramáticas, dunas silenciosas e praias quase secretas; onde pequenas aldeias guardam a essência do Alentejo, com o seu ritmo lento, as casas brancas e a hospitalidade discreta.

 

Aqui, cada desvio na estrada parece levar a uma surpresa: um porto de pesca tradicional, uma lagoa escondida, um trilho do Parque Natural, um restaurante perdido com peixe acabado de chegar, uma vinha junto ao mar, um miradouro para observar o pôr do sol ou um pedaço intacto da Rota Vicentina.

 

Entre Sines, Vila Nova de Milfontes, Ilha do Pessegueiro, Almograve, Porto das Barcas, São Torpes e as serras suaves que recuam para o interior, encontram-se experiências que vão do surf ao mergulho, da caminhada à observação de aves, de mercados locais a aldeias cheias de histórias.

 

É um território diverso, vibrante e sereno ao mesmo tempo - perfeito para quem procura natureza, autenticidade e a simplicidade boa de viver devagar.

o trilho dos pescadores

De Porto Covo a Vila nova de Mil fontes
 

Há percursos que se caminham com as pernas e outros que se caminham com os olhos. O trecho do Trilho dos Pescadores entre Porto Covo e Vila Nova de Milfontes pertence à segunda categoria: um itinerário costeiro onde cada quilómetro parece disputar o título de “vista mais bonita”.

 

O caminho começa nas ruas tranquilas de Porto Covo e rapidamente se aproxima da margem do Atlântico. Em poucos minutos, o viajante já está diante da Ilha do Pessegueiro, um dos ícones da costa alentejana, recortada pelo mar e pelos restos de ocupações antigas. A partir daí, o trilho torna-se uma sucessão de falésias, dunas e pequenas praias escondidas - umas acessíveis apenas a quem conhece a maré, outras perfeitamente intocadas.

A paisagem muda ao longo do dia: de manhã, tons suaves e uma luz azulada; ao longo da tarde, o dourado invade tudo - charnecas, areais e a linha de costa que parece sem fim. É um percurso exigente, sobretudo por causa da areia, mas a recompensa é constante: enseadas secretas, aves marinhas a planar rente às falésias, o cheiro do tomilho rasteiro e a sensação rara de que estamos a atravessar um dos últimos trechos verdadeiramente selvagens do litoral europeu.

A proximidade da foz do rio Mira anuncia a chegada a Vila Nova de Milfontes, com as suas praias largas, a ponte que recorta a paisagem e a vila branca que se ergue no topo da margem. É o final perfeito para uma caminhada que muitos consideram o troço mais bonito de toda a Rota Vicentina.

A Essência da Costa Atlântica
 

Integrado na Rota Vicentina, o Trilho dos Pescadores estende-se ao longo de mais de 200 quilómetros entre Porto Covo e o Cabo de São Vicente. Sempre junto ao mar, segue antigos caminhos usados por pescadores, pastorinhos e guardadores de marés. É um percurso único na Europa: selvagem, desafiante e profundamente ligado à geografia da costa.
 

A experiência combina tudo o que define o Sudoeste Alentejano e a Costa Vicentina: falésias dramáticas, praias escondidas, dunas fosséis, formações rochosas esculpidas pelo vento e aldeias onde o tempo ainda passa devagar. Caminhar este trilho é entrar num território de ritmos antigos, onde a natureza dita o passo e o mar decide a banda sonora.

Restaurantes
de Porto Covo

Porto Covo é um lugar pequeno mas surpreendente na sua oferta gastronómica. Entre ruas tranquilas, a baía luminosa e a convivência com o mar, encontra-se uma coleção de restaurantes que refletem o melhor da cozinha alentejana e costeira.

Aqui come-se peixe fresco acabado de chegar à lota, marisco preparado como manda a tradição, petiscos descontraídos perfeitos para o fim de um dia de praia e, para variar, há também excelentes opções de cozinha italiana e propostas mais contemporâneas que dão nova vida aos sabores locais.


Seja para um jantar simples depois do mar, um almoço com vista sobre a baía, uma refeição em família ou uma experiência mais cuidada, Porto Covo oferece lugares acolhedores, genuínos e cheios de sabor — cada um com a sua personalidade, mas todos com a mesma essência: comida honesta, feita com produtos da região e servida com a calma própria da costa alentejana.

ARTE
Art Recycling Territory Experience

Nas Casas da Ilha nasce o ARTE, o primeiro projeto da costa alentejana que transforma o lixo que o mar devolve em inspiração, reflexão e beleza. Aqui, artistas e artesãos residentes recolhem materiais das praias do Parque Natural e dão-lhes nova vida em peças únicas, instalações e objetos que celebram a natureza e questionam o nosso lugar no território.
Mais do que uma galeria, o ARTE é um convite a olhar o mundo com cuidado — um espaço onde sustentabilidade, criação e comunidade se encontram em perfeita harmonia

Contact

HERDADE CASAS NOVAS DA ILHA

Fonte Mouro - Porto Covo

Rota dos Pescadores 

Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vincentina 

Alentejo - Portugal 

Tel: +351 960 396 839

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